quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Calendário especial para o ano letivo de 2014

O ano letivo de 2014, terá mudanças em seu calendário, para garantir que a realização da Copa do Mundo não interfira nas aulas, e que alunos e professores possam acompanhar os jogos da Copa sem se preocuparem com a Escola.
As aulas iniciarão antes, o ano letivo começará no dia 27 de janeiro.
As férias, também foram antecipadas, serão entre os dias 12 de junho (dia dos namorados) e 11 de julho.
O recesso escolar será entre os dias 13 e 20 de outubro.
Assim,  a SEE consegue garantir os 200 dias letivos, sem se preocupar com a Copa do Mundo.

(informações recebidas do site da SEE)

Resultado - PROMOÇÃO MÉRITO 2013

Os educadores que participaram do processo de promoção, promovido por meio do Programa de Valorização pelo Mérito, podem consultar suas notas pelo site da  VUNESP . Os professores, supervisores de ensino e diretores, que conquistaram um novo salário após passarem por processo de desempenho, devem inserir o CPF para conferir o resultado.
Clique  AQUI para consultar a nota.
Para chegar ao resultado final, as notas das provas objetiva e dissertativa foram somadas para obter a média aritmética. Da Faixa 1 para a Faixa 2, foram aprovados os candidatos que conquistaram nota igual ou superior a seis pontos. Já da Faixa 3 para a Faixa 4, foram aprovados os que alcançaram nota igual ou superior a sete pontos. De acordo com o edital, não é possível solicitar revisão da prova dissertativa, seja qual for o motivo alegado.
O resultado da promoção, com a lista de profissionais, foi publicado neste sábado (2), no Diário Oficial do Estado de São Paulo, a partir da página 67 da Seção II - Executivo. O educador pode utilizar o sistema de busca para saber se foi contemplado.

- Confira AQUI o resultado da promoção no Diário Oficial
O processo de promoção teve a participação de 46,3 mil profissionais. Os docentes promovidos devem esperar um intervalo mínimo de três anos para concorrer em novo processo. A avaliação é repetida anualmente para os profissionais da Educação e os contemplados recebem 10,5% de aumento do salário-base o que também amplia os valores das vantagens financeiras adquiridas durante a vida funcional.

(FONTE: SEE www.educacao.sp.gov.br)

sábado, 7 de setembro de 2013

CONCURSO PARA PROFESSORES - ESTADO DE SÃO PAULO - 2013

Concurso para 59 mil vagas, tem previsão para ser realizado em Novembro de 2013.
Se você deseja ingressar nesta árdua e bela profissão, comece a estudar desde já, os concursos não são fáceis.
Já é possível consultar e estudar o material de referência da prova, que está disponível no site do Centro de Referência Mário Covas, é só clicar no link abaixo e terá acesso ao material.
http://www.crmariocovas.sp.gov.br/ccs_l.php?t=homepeb13

As referências bibliográficas, habilidades e competências requeridas para a prova podem ser consultadas no site:
http://www.crmariocovas.sp.gov.br/Downloads/ccs/concurso_ingresso_2013/Resolucao_se52_2013.pdf

Boa sorte à todos, não só para realizar a prova, como também para se manter na carreira do Magistério.

domingo, 18 de agosto de 2013

O professor e os desafios desta profissão.

Durante minha experiência no magistério, me pegava pensando, se realmente, eu e meus colegas tínhamos a formação adequada para sermos educadores.
Para mim estava claro, que não era suficiente dominar a minha disciplina (Língua Portuguesa), saber regras, conceitos... Havia necessidade de saber como passar este meu conhecimento aos alunos.
Muitas vezes planejava o conteúdo a ser trabalhado em determinada série, mas não planejava COMO este conteúdo deveria ser trabalhado, ou simplesmente decidia se iria "passar a matéria na lousa", ditar, ou já levar impresso. Mas estas decisões não levavam em conta qual método de ensino eu iria utilizar. E hoje, afastada das salas de aulas por um sentimento de impotência, medo e fragilidade, me faz refletir melhor.
Leia mais:

PROVA - PROMOÇÃO MÉRITO 2013

Chegou a hora professores, novamente serão avaliados.

No dia 25 de agosto, devem realizar a prova, às 8h, os professores que atuam nos anos iniciais do Ensino Fundamental e os docentes de disciplinas em extinção. No mesmo dia, às 14h, deverão se apresentar para o exame os integrantes do suporte pedagógico e os educadores da Educação Especial.

Já no dia 1º de setembro, fazem a prova os professores das disciplinas de Língua Portuguesa, Inglês, Alemão, Espanhol, Francês, Italiano, Arte, Educação Física, Matemática, Ciências Físicas e Biológicas, Biologia, Física, Química, História, Geografia, Filosofia, Sociologia e Psicologia, que atuam nos anos finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio.

Maiores informações:
secretaria da educação

Vunesp

Confira a definição dos perfis de competência e habilidades requeridos para os servidores da rede estadual, como também a bibliografia de referência para todos os campos de atuação estabelecidas na Resolução SE 70, de 26-10-2010 e na Resolução SE 13, de 3/3/2011, bem como a emenda constante da Resolução SE 37, de 07/06/2013.

Fonte: secretaria estadual de educação.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

AUMENTO SALARIAL PARA PROFESSORES 2013

Salário 8,1% maior será pago aos 415 mil servidores da rede nessa quarta-feira (7)

Categoria
A ação é parte de uma Política Salarial inédita, que determinou reajuste de 45% em quatro anos




Na próxima quarta-feira (7), 270 mil funcionários dos quadros do magistério e de apoio escolar da Secretaria da Educação vão receber o salário 8,1% maior. O aumento, sancionado em julho deste ano, vale também para 145 mil funcionários aposentados.
Com o aumento, o salário inicial de um professor que leciona para classes de anos finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio – com jornada de 40 horas semanais - passa dos atuais R$ 2.088,27 para R$ 2.257,84, por exemplo. Com o novo reajuste previsto para 2014, a remuneração deste docente chegará a 2.415,89.
A ação é parte de uma Política Salarial inédita, que determinou reajuste de 45%, em quatro anos, para os funcionários da rede estadual de ensino paulista.
FONTE: www.educacao.sp.gov.br

domingo, 28 de julho de 2013

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO PARA PROFESSORES - INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ 04/08/2013

Especialização em Ética, Valores e Cidadania na Escola recebe inscrições de educadores

Categoria
São oferecidas 300 vagas, em seis cidades, para curso gratuito; seleção será feita pela Fuvest

Educadores do Estado de São Paulo podem se inscrever, até 4 de agosto, para o processo seletivo do curso de Especialização em Ética, Valores e Cidadania na Escola, oferecido em parceria pela Universidade de São Paulo (USP) e pela Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp).

As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo site da Fuvest, mediante o preenchimento da ficha de inscrição e o pagamento da taxa de R$ 65,00 na rede bancária.
O curso é semipresencial e gratuito. São oferecidas 300 vagas, distribuídas nas cidades de Campinas, Piracicaba, Ribeirão Preto, Santos, São Carlos e São Paulo. O curso dura 16 meses e tem carga horária de 480 horas, sendo 360 horas de atividades didáticas e outras 120 horas para elaboração de monografia. Os encontros presenciais ocorrerão uma vez por semana.

Processo seletivo
Para se inscrever, o candidato deverá ser portador de diploma de Ensino Superior e atuar como professor, coordenador pedagógico, vice-diretor ou diretor em instituição de Educação Infantil, de Ensino Fundamental, Ensino Médio ou profissional no Estado de São Paulo, no exercício da profissão.

A seleção será realizada por meio de exame presencial, que acontecerá no dia 11 de agosto, às 10h. Os locais de prova serão divulgados no site da Fuvest. A avaliação será constituída por uma redação em Língua Portuguesa, com tema relacionado aos objetivos do curso.

O ingresso no curso será realizado mediante processo classificatório, com o aproveitamento dos candidatos classificados até o limite de vagas fixadas para cada horário e local de realização da parte presencial do curso.

Em caso de dúvidas, o candidato poderá obter mais informações no site da Fuvest ou da Univesp.

FONTE: SITE DA SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE SÃO PAULO

sábado, 16 de março de 2013

Crianças fora da escola somam mais de 3 milhões

Segundo pesquisa do IBGE, realizada em 2011, mais de 3 milhões de crianças em idade escolar (dos 4 aos 17 anos) estão fora da Escola.
Há  uma meta estipulada pelo Governo Federal de que, até 2022, ano do bicentenário da Independência do Brasil, 98% das crianças e jovens de 4 a 17 anos estejam matriculados na escola, mas estamos muito distantes desta meta, atualmente temos 92% das crianças matriculadas.
Matriculadas... apenas matriculadas, se elas estão tendo aulas de qualidade, se elas estão sendo bem atendidas, se tem merenda de qualidade, já é uma outra história... 
Qual será a porcentagem destas crianças que sabem ler e interpretar? Que sabem fazer as quatro operações fundamentais da matemática? 
Estes números são apenas dos matriculados ... da quantidade ... não da qualidade.


terça-feira, 8 de janeiro de 2013

APOIO A DOCENTES AJUDA ALUNOS POBRES A APRENDER.

Apoio a docentes ajuda alunos pobres a aprender


Análise de escolas públicas bem avaliadas mostra que engajamento das secretarias e acompanhamento individual são diferenciais

OCIMARA BALMANT - O Estado de S.Paulo
Apesar de a condição econômica e a escolaridade dos pais influenciarem no aprendizado - crianças de nível socioeconômico baixo tendem a ter menos estímulos em casa e menor acesso a materiais pedagógicos -, as escolas que atendem alunos mais pobres podem, sim, oferecer um ensino de excelência que seja assimilado por toda a turma.

O que sobrou da sala de aula - por: José de Souza Martins.

O que sobrou da sala de aula


Reflexão para um tempo de altas apostas na educação: a praga do economismo não distingue uma escola de uma fábrica de pregos


José de Souza Martins* - O Estado de S. Paulo
Já foi o tempo em que a educação fazia parte do cardápio de otimismos que se costuma apresentar nas passagens de ano. No último meio século, a educação pública e gratuita, que garantira a formação de grandes nomes e grandes competências nas várias profissões, que assegurara o grande salto da sociedade escravista à sociedade moderna, foi progressivamente diminuída e até injustamente satanizada em nome de interesses que não são os do bem comum. O estado de anomia em que se encontra a educação brasileira pede, sem dúvida, a reflexão crítica dos especialistas, mas uma crítica que a situe na trama própria de tendências problemáticas da modernidade sem rumo para que seja compreendida e superada.

A educação brasileira foi atacada por três pragas que subverteram a precedência do propriamente educativo na função da escola e do processo educacional: o economismo, o corporativismo e o populismo. O economismo na educação não distingue entre uma escola e uma fábrica de pregos. A pedagogia do economismo confunde aluno com produto e trata a educação e o educador na perspectiva da produtividade, da coisa sem vida, da linha de produção. Importam as quantidades da relação custo-benefício. Não importa se da escola não sai a pessoa propriamente formada, transformada. Importam os números, os índices, os cifrões. Presenciei os efeitos dessa mentalidade na apresentação de um grupo de militantes da causa das cotas raciais perante o conselho universitário de uma das três universidades públicas de São Paulo, de que sou membro. Aliás, nenhum deles propriamente negro: "Não queremos vagas em qualquer curso; queremos em engenharia e medicina, cursos que dão dinheiro", frisaram.
Quer o governo que os royalties do pré-sal sejam destinados à educação e nem temos certeza de que isso acontecerá. Os políticos têm outras prioridades, especialmente a das urnas. Já estamos gastando o dinheiro que ainda não saiu do fundo do mar. Mas não sabemos em que esse dinheiro fará o milagre de transformar, expandir e melhorar a educação brasileira e de elevar substancialmente o nível da formação cultural das novas gerações. Dinheiro não educa. Quem educa, ainda hoje, é o educador. É inútil ter máquinas, computadores, tecnologia, maravilhas eletrônicas na sala de aula se, por trás de tudo isso, não houver um educador. Se não houver aquele ser humano especializado que faz a ligação dinâmica entre as possibilidades biográficas do educando e os valores e requisitos de um projeto de nação, a nossa comunidade de destino. Se não houver, sobretudo, a interação viva entre quem educa e quem é educado, se não houver a recíproca construção de quem ensina e de quem aprende. Se não houver a poesia deste verso de Vinicius de Moraes: "E um fato novo se viu que a todos admirava: o que o operário dizia, outro operário escutava".
O corporativismo transformou o professor de educador em militante de causa própria porque a serviço da particularidade da classe social e não a serviço da universalidade do homem. Não há dúvida de que o salário que valorize devidamente o educador e a educação é uma das premissas da revolução educacional de que carecemos. Do povoado do sertão ao câmpus universitário da metrópole, o educador tem carências que não são as carências do Fome Zero. Educação não é farinha de mandioca. "Quem não lê, mal fala, mal ouve, mal vê", dizia Monteiro Lobato, em relação a um item da cesta básica do educador. Fome de educador não é fome de demagogo nem pode ser. Privá-lo dos meios para se educar, reeducar e poder educar é desnutri-lo.
A partidarização de todos os âmbitos da sociedade brasileira, até da religião, levou para dentro da educação os pressupostos da luta de classes. O militante destruiu o educador, drenou da educação a seiva vital que lhe é necessária para ser instrumento de socialização, de renovação e de criação social. A educação só o é na perspectiva dos valores da universalidade do homem, como instrumento de humanização e não como instrumento de segregação e de polarização ideológica, instrumento do que separa e não instrumento do que junta. Na escola, a ideologia desconstrói a escola em nome do que a escola não é.
O populismo, por sua vez, transformou a educação em meio de barganha política, instrumento de dominação, falsificação de direitos em nome de privilégios. O direito que nega a universalidade do homem nega-se como direito. Pela orientação populista, o importante não é que saiam da escola alunos bem formados, capazes de superações, gente a serviço do País. Nas limitações desse horizonte, o importante é que da escola saiam votos, obediências, o ser carneiril das sujeições, e não o cidadão das decisões.
A escola vem sendo derrotada todos os dias, do jardim da infância à universidade, pela educação difusa e extraescolar dos poderosos meios de produção e difusão do conhecimento que já não estão nas mãos do educador. A escola é cada vez mais resíduo de poderes e vontades que estão longe da sala de aula.
* JOSÉ DE SOUZA MARTINS É SOCIÓLOGO, PROFESSOR EMÉRITO DA USP, AUTOR DE A POLÍTICA DO BRASIL: LÚMPEN E MÍSTICO (CONTEXTO)
FONTE: O ESTADO DE SÃO PAULO.

ESCOLA EM TEMPO INTEGRAL

Novo modelo chega a 21 escolas do ensino fundamental


04 de janeiro de 2013 | 2h 05

 
O Estado de S.Paulo
Em vez de o modelo mais antigo influenciar o novo, na educação estadual ocorre o contrário. É o novo projeto, iniciado em 2012 no ensino médio, que orientou as mudanças na educação fundamental. A partir deste ano, 21 escolas do ciclo 2 (5.ª à 8.ª série) vão contar com a nova proposta. Outras duas oferecerão o ciclo 2 e o ensino médio.

Essas escolas passam a contar com jornada de 8h40. Uma mudança na escola é que os professores passam a ter regime de dedicação plena e integral. Na sala de aula haverá um currículo básico e disciplinas eletivas e orientação para estudos. No lugar das atuais oito oficinas, haverá somente duas: hora da leitura e experiências matemáticas. Nesse nível de ensino também haverá a elaboração do projeto de vida, "mas focado na continuidade do estudo e na educação para valores humanos", segundo informou a secretaria.
Para não ter um impacto negativo como houve em 2006, ao se impor o sistema integral a mais de 500 escolas, o Estado definiu que o modelo só seria adotado nas unidades com aprovação da comunidade escolar. A medida democrática dificultou os planos da secretaria de promover uma expansão mais significativa do modelo. Das 121 escolas onde o projeto foi oferecido, 68 delas (56%) recusaram.
A ideia do governo era, no ensino médio, ampliar para 100 escolas já em 2013 - o modelo foi iniciado em 2012 em 16 unidades. Com as recusas, o novo ensino integral vai chegar a 31 escolas dessa etapa. Dessa forma, fica ainda maior o desafio de alcançar 300 escolas até 2014, plano inicial da pasta.
A preocupação com o tempo integral faz parte, segundo o governo, dos esforços para colocar o sistema educacional de São Paulo entre os 25 melhores do mundo até 2030. Hoje, é o 53.º entre 65, considerando simulação que apresenta São Paulo como um país no Programa Internacional de Avaliação (Pisa).
No Ideb de 2011, a rede estadual ficou estagnada no ensino fundamental. O ciclo 1, de 1.ª à 4.ª série, teve nota 5,4 e o final, da 5.ª à 8.ª série, 4,3.
Já no ensino médio, em que o avanço é mais difícil em todo o País, o Estado de São Paulo teve aumento de 3,6 para 3,9. / P.S.

FONTE: O ESTADO DE SÃO PAULO.